23.9.15

Organizar tecidos / Organizar telas

Assim que possível, tenho que organizar melhor os meus tecidos. Algumas ideias interessantes:

Lo antes posible, tengo que organizar mejor mis telas. Algunas ideas interesantes:






21.9.15

Estamos cientes do que estamos a comprar? / ¿Somos conscientes de lo que estamos comprando?

Quando vamos às compras deveríamos observar sempre a etiqueta das roupas que gostamos, não só para saber de que material é composta mas também para saber onde é fabricada. Este pequeno passo pode servir para evitar sermos induzidos em erro ou apenas para termos percepção do que realmente estamos a comprar.

Na maioria dos casos veremos que é extremamente difícil fugir aos produtos feitos na China, Bangladesh ou Cambodja, visto a maioria dos produtos serem provenientes dos mesmos nos dias de hoje. Isto não seria um problema se as fábricas a operar nesses países não fossem conhecidas pelos trabalhos precários a que sujeitam os seus trabalhadores. 

O ideal seria comprar maioritariamente produtos do próprio país, porque assim estaríamos a ajudar a crescer sua a economia, ou em último caso de outros países onde à partida sabemos que as condições de trabalho são razoáveis.

Por outro lado, desde que estou na Colômbia que tento optar por marcas "Made in Colombia" no entanto tive conhecimento que existem muitas costureiras a trabalhar para grandes marcas e que recebem cêntimos por cada peça costurada, ou seja, apesar de uma a etiqueta nos dizer que a peça foi produzida num país mais desenvolvido infelizmente não implica que as condições dos trabalhadores sejam as melhores.

Em resumo, observar uma etiqueta pode levar-nos a efectuar compras mais conscientes como primeiro princípio sendo que quem quiser ir mais além já terá de efectuar pesquisas sobre a marca da peça que compra.


Cuando vamos de compras siempre debemos mirar la etiqueta de la ropa que nos gusta, no sólo saber qué material está hecho, sino también para saber donde se fabrica. Este pequeño paso puede servir para evitar ser engañado o simplemente para tener la percepción de lo que realmente estamos comprando.

En la mayoría de los casos veremos que es muy difícil escapar a los productos hechos en China, Bangladesh o Camboya, ya que la mayoría de los productos son proveniente de los mismos, en estos días. Esto no sería un problema si las fábricas que operan en estos países no fuesen conocidos por trabajos precarios que someten a sus trabajadores.

Lo mejor sería comprar productos de nuestro propio país, porque entonces estaríamos ayudando a hacer crecer nuestra economía, y en última instancia a otros países donde en principio nosotros sabemos que las condiciones de trabajo son razonables.

Por otra parte, desde que estoy en Colombia trato de elegir marcas "Made in Colombia", pero me enteré de que hay muchas costureras que trabajan para las grandes marcas y que reciben centavos por cada pieza cosida, por lo que a pesar de la etiqueta dice que la pieza era producida en un país más desarrollado, por desgracia, no implica que las condiciones de los trabajadores son los mejores.

En resumen, mirar una etiqueta nos puede llevar a hacer compras más conscientes como un primer principio pero cualquier persona que quiera ir más allá, tiene que para llevar a cabo una investigación sobre la marca de la pieza que compra.

16.9.15

Promessas / Promesas

Depois de ver o documentário a vontade que tenho é de deixar de adquirir produtos provenientes da "Fast Fashion". Mas, na realidade, isso é extremamente difícil, porque a moda está muito baseada nos mesmos.

Esta situação lembra-me as promessas que fazemos a nós mesmos de deixar de comer Fast Food. Em que deixamos de o fazer por um determinado tempo, até ao dia em que cedemos e se preciso for vamos mais vezes do que anteriormente. Muitas vezes até damos desculpas para o nosso comportamento, seja porque o nosso estilo de vida não o permite, porque não há como fugir a esses produtos, ou até por uma questão do preço.

A realidade documentada no "True Cost", não é completamente nova para mim, mas agora é impossível olhar para o lado, como se nada fosse. O que significa que daqui para a frente tentarei fazer ainda melhores escolhas, pois podemos sempre mudar alguns dos nossos comportamentos e explorar outras opções para além da "Fast Fashion".

Se todos tivemos força de vontade para fazer pequenas mudanças no nosso dia-a-dia, juntos teremos força para contribuir para uma indústria mais justa e que não colapse com o ambiente no nosso planeta.



Después de ver el documental tengo ganas de dejar de comprar productos de "Fast Fashion". Pero, en realidad, es muy difícil, porque la moda está basada en gran medida de la misma.

Esta situación me recuerda las promesas que hacemos a nosotros mismos para dejar de comer Fast Food. Logramos a dejar de hacerlo por un tiempo, hasta que el día que cedemos y si fuera necesario lo hacemos con más frecuencia que antes. A menudo nos ponemos excusas para nuestro comportamiento, sea porque nuestro estilo de vida no lo permite, porque no se puede escapar de estos productos, o incluso por los precios.

La realidad documentada en "True Cost" no es del todo nuevo para mí, pero ahora es imposible apartar la mirada, como si nada hubiera sucedido. Lo que significa que de ahora en adelante voy a tratar de hacer aún mejores opciones, porque siempre podemos cambiar algunos de nuestros comportamientos y explorar otras opciones más allá de la "moda rápida".

Si todos tuviéramos la fuerza de voluntad para hacer pequeños cambios en nuestro día a día, juntos tenemos la fuerza para contribuir a una industria más justa y que no se derrumba con el medio ambiente en nuestro planeta.

14.9.15

Documentário "True Cost" / Documental "True Cost"

Todos nós gostamos de estar na moda e de comprar coisas a bons preços, inclusive eu. Mas numa industria tão dependente de mão-de-obra como é o caso da indústria da moda, como se explica que exista tanta quantidade e a preços tão baixos?

A resposta é simples, muitas marcas recorrem a meios pouco éticos para satisfazem as necessidades dos clientes a nível dos preços e da quantidade de escolha. Muitas vezes recorrendo à exploração da mão-de-obra em países pouco desenvolvidos.

Apesar de já ter algumas ideias sobre este assunto, ao ver o documentário "True Cost" fiquei incrédula ao conhecer toda a história por detrás dos produtos de baixo custo. Estes implicam não só a exploração da mão-de-obra, e as suas péssimas condições de trabalho, mas também existem sérias questões ambientais. Sabiam que a indústria da moda é a segunda mais poluente do mundo, ficando apenas atrás da indústria do petróleo?

Quanto mais via este documentário mais pensava como poderíamos combater esta situação, se quem está à frente desta indústria tem o poder todo. Mas depois lembrei-me de um outro documentário que dizia que quem detém o poder somos nós consumidores, pois a cada escolha que fazemos mostramos o que realmente queremos. Não podemos acabar com a situação de uma vez, mas ao fazermos escolhas conscientes estamos a mostrar o nosso descontentamento e com o tempo a indústria será forçada a mudar, só espero que a mudança seja feito a tempo.


A todos nos gusta estar a la moda y comprar cosas a buenos precios, incluyéndome a mí. Pero en una industria tan dependiente de la mano de obra como es el caso de la moda, ¿cómo explicar que hay tal cantidad y a precios tan bajos?

La respuesta es sencilla, muchas marcas recurren a medios poco éticos para satisfacer las necesidades de los clientes a nivel de los precios y de la cantidad de opciones. A menudo recurren a la explotación de mano de obra en los países subdesarrollados.

Aunque tengo algunas ideas sobre este tema, al ver el documental "True Cost" no podía creer en toda la historia por detrás de los productos de bajo costo. Estos implican no sólo la explotación de la mano de obra, y sus malas condiciones de trabajo, pero también hay cuestiones ambientales graves. ¿Sabían que la industria de la moda es la segunda más contaminante del mundo, sólo superada por la industria petrolera?

Cuanto más veía este documental más pensaba en cómo podemos combatir esto, pués quien está por delante de la industria tiene todo el poder. Pero entonces me acordé de otro documental que dice que quien está en el poder son que los consumidores ya que en cada opción que hacemos, nosotros mostramos lo que realmente queremos. No podemos acabar con la situación de una vez, pero al hacer opciones conscientes mostramos nuestro descontento y, finalmente, la industria será obligada a cambiar, sólo espero que el cambio se realice a tiempo.